Lisboa e a expansão da videovigilância: segurança pública ou normalização da sociedade vigiada? A videovigilância pode ser vista como uma expansão silenciosa do poder estatal?

O anúncio do aumento das câmaras de videovigilância em Lisboa1 reacende um debate central das democracias contemporâneas: até que ponto o Estado pode vigiar a vida social em nome da segurança? A expansão dos mecanismos de controlo urbano é frequentemente apresentada como uma resposta técnica à criminalidade, ao terrorismo ou à desordem pública. Porém, sob […]